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  • Roteamento Dinâmico no Linux Usando o Quagga

    Olá Pessoal,
    Quagga é um software open source para ambientes Unix (Linux, FreeBSD, Solaris, etc) que provê suporte aos principais protocolos de roteamento dinâmico abertos: RIPv2 (IPv4), RIPng (IPv6), OSPFv2 (IPv4), OSPFv3 (IPv6) e BGP-4 (famílias IPv4 e IPv6). O software especializado em roteamento foi desenvolvido por Kunishiro Ishiguro e atulmente está na versão 0.99.24. O Quagga é na verdade uma suíte composta por um daemon principal denominado zebra, além de outro daemons adicionais responsáveis por cada um dos protocolos de roteamento dinâmico, a destacar: ripdripngdospfdospf6d e bgpd, além de outros. Um detalhe é que o suporte a OSPFv3 para IPv6 ainda não é considerado estável porque possui problemas.
    Embora haja outras soluções open source de roteamento no Linux, a exemplo do BIRD e do XORP, o Quagga é uma das soluções mais populares porque sua interface de linha de comando é bastante similar ao sistema IOS da Cisco, o que torna sua operação natural para aqueles que já trabalham com caixas da Cisco. O objetivo deste artigo é listar os passos necessários para instalar o Quagga e manipular seus principais arquivos de configuração para reproduzir aquelas configurações de roteamento dinâmico tradicionalmente realizadas nos roteadores Cisco. Por isso nosso foco está na ferramenta em si, não nas configurações de roteamento propriamente ditas.
    A primeira etapa consiste na instalação do Quagga, tarefa bastante simples e rápida através do APT em distribuições Linux baseadas no Debian:
    root@Router:/# apt-get install quagga
    Observação: Antes de fazer qualquer configuração de roteamento, é importante lembrar que o Linux não se comporta como roteador por padrão, negando todo o encaminhamento de pacotes entre redes distintas. Para instruir o kernel do Linux a permitir roteamento entre redes, tanto em ambientes IPv4 como IPv6, podemos utilizar os comandos abaixo:
    root@Router:/# echo “1” > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
    root@Router:/# echo “1” > /proc/sys/net/ipv6/conf/all/forwarding
    Depois de instalado, os arquivos de configuração ficam armazenados em /etc/quagga. Uma boa prática para facilitar as configurações futuras é criar um diretório dentro do próprio diretório de configurações (/etc/quagga) com exemplos dos arquivos de configuração (disponíveis na documentação) para cada um dos daemons, procedimento que pode ser realizado através dos comandos abaixo:
    root@Router:/# mkdir /etc/quagga/examples
    root@Router:/# cp /usr/share/doc/quagga/examples/* /etc/quagga/examples
    O primeiro arquivo de configuração importante que fica em /etc/quagga é denomindo daemons. Esse arquivo é bastante simples e deve ser editado para permitir aqueles daemons associados com os protocolos de roteamento dinâmico que o administrador pretende configurar na rede. Por exemplo, se queremos configurar o OSPF na rede, temos que ativar os daemons zebra (a base do Quagga) e o ospfd(responsável pelo OSPF).
    #— em /etc/quagga/daemons
    # This file tells the quagga package which daemons to start
    zebra=yes
    bgpd=no
    ospfd=yes
    ospf6d=no
    ripd=no
    ripngd=no
    Sempre que houver alguma alteração nesse arquivo ou nos demais arquivos de configuração do Quagga, o serviço deve ser reinicializado para que as alterações sejam aplicadas, procedimento que pode ser realizado através do comando abaixo:
    root@Router:/# /etc/init.d/quagga restart
    Os demais arquivos de configuração existentes no diretório /etc/quagga vão depender dos protocolos de roteamento dinâmico que serão utilizados na rede. Continuando com o exemplo do OSPF, precisamos criar dois arquivos de configuração que podem ser copiados a partir daquele diretório de exemplos. Além disso, é interessante dedicar um usuário/grupo para a ferramenta e é importante dar os devidos privilégios de acesso para que as configurações possam ser devidamente interpretadas pelo SO:
    root@Router:/# cp /etc/quagga/examples/zebra.conf /etc/quagga
    root@Router:/# cp /etc/quagga/examples/ospfd.conf /etc/quagga
    root@Router:/# chown quagga.quagga /etc/quagga/*.conf
    root@Router:/# chmod 640 /etc/quagga/*.conf
    Se estivéssemos trabalhando com outros protocolos de roteamento seria necessário criar o respectivo arquivo de configuração associado ao daemon, por ex.: ripd.conf (RIP), ripngd.conf (RIPNG), bpgd.conf (BGP-4) e ospf6d.conf (OSPFv3). As configurações de roteamento dinâmico são realizadas através de edição nos arquivos de configuração (.conf). Outra opção é deixar o arquivo de configuração em branco para que as configurações sejam posteriormente realizadas via interface de linha de comando (acesso telnet), similar o que ocorre nas caixas Cisco. Cada daemon do Quagga, quando executado, passa a responder acessos telnet do localhost em suas respectivas portas padrões, que são:
    • 2601 – zebra
    • 2602 – ripd
    • 2603 – ripng
    • 2604 – ospfd
    • 2605 – bgpd
    • 2606 – ospf6d

     

    Ou seja, para configurar o OSPF na máquina Linux executando o Quagga basta editar manualmente o arquivo ospfd.conf ou mesmo realizar um acesso telnet ao localhost na porta 2604, lógica que vale para o daemon zebra na configuração de roteamento estático (e configurações gerais) e para os demais daemonsassociados aos outros protocolos de roteamento dinâmico:
    root@Router:/# telnet localhost 2604
    Por padrão, o acesso telnet aos daemons do Quagga somente são permitidos através do próprio localhost. Para permitir esse acesso através de outras máquinas da rede, o arquivo de configuração /etc/quagga/debian.conf tem que ser editado para permitir outros endereços. Por exemplo, no arquivo de configuração abaixo estamos permitindo acesso telnet aos daemons zebra e ospfd também a partir do host 192.168.100.11, além do localhost (127.0.0.1).
    #— em /etc/quagga/debian.conf
    vtysh_enable=yes
    zebra_options=” –daemon -A 127.0.0.1 192.168.100.11″
    bgpd_options=” –daemon -A 127.0.0.1 ”
    ospfd_options=” –daemon -A 127.0.0.1 192.168.100.11″
    ospf6d_options=”–daemon -A 127.0.0.1″
    ripd_options=” –daemon -A 127.0.0.1″
    ripngd_options=”–daemon -A 127.0.0.1″
    isisd_options=” –daemon -A 127.0.0.1″
    Outro detalhe importante é que essa configuração via telnet através da linha de comando acaba sendo ruim na prática porque fica fragmentada por daemon, ou seja, para configurações relacionadas a rotas estáticas temos que realizar um acesso telnet na porta 2601 (zebra), enquanto que para realizar as configurações do OSPF temos que fazer outro acesso telnet na porta 2604 (ospfd). Para contornar essa dificuldade, existe uma ferramenta integrada de linha de comando denominada vtysh que permitimos na primeira linha de configuração do exemplo anterior (vtysh_enable=yes).
    A ferramenta vtysh salva todas as configurações realizadas via linha de comando em um arquivo único denominado Quagga.conf. Para organizar melhor as configurações dos daemons individuais, podemos definir nas configurações do vtysh que as configurações dos daemons sejam salvas nos respectivos arquivos de configuração, ou seja, uma configuração de OSPF ficará salva apenas no arquivo ospfd.conf e assim por diante. Para fazê-lo é necessário editar o arquivo vtysh.conf e comentar sua primeira linha que permite a integração da configuração:
    #— em /etc/quagga/vtysh.conf
    !service integrated-vtysh-config
    hostname Quagga-Router
    username root
    password SENHA
    Observação.: Uma dica útil em relação à ferramenta vtysh é que, por padrão, a cada vez que o administrador executa um comando aparece a palavra “END” na tela, o que requer que seja pressionada a tecla “q” para continuar. Para evitar que isso aconteça, basta incluir a seguinte linha no arquivo /etc/environment:  VTYSH_PAGER=more

    Apesar das configurações poderem ser realizadas via linha de comando através de acesso remoto (telnet ou vtysh) aos daemons do Quagga, de maneira similar ao que ocorre nas caixas Cisco, particularmente acho que é ainda mais prático fazer essas configurações diretamente nos arquivos de configuração (.conf), afinal a sintaxe é a mesma. Por exemplo, com base no cenário apresentado na figura abaixo, para realizar uma configuração simples do OSPF podemos editar o arquivo /etc/quagga/ospfd.conf da seguinte maneira:

    #— em /etc/quagga/ospfd.conf
    !
    hostname Quagga-Router
    password SENHA
    !
    interface eth0
      description “Link to Router B”
      ip address 192.168.200.1/30
      link-detect
    !
    interface eth1
      description “Link to Network 192.168.100.0/24”
      ip address 192.168.100.1/24
      link detect
    !
    router ospf
      network 192.168.200.0/30 area 0
      network 192.168.100.0/24 area 0
    !
  • Desenvolvimento Web

    A Bento Informatica é uma equipe multi-disciplinar formada por designers e desenvolvedores que estão em constante evolução no desenvolvimento de aplicações web. A experiência adquirida ao trabalhar com clientes de diversos segmentos de mercado fica evidente durante todas as etapas do projeto. Somos especializados em entender suas necessidades, organizar suas ideias e transformá-las em soluções tecnológicas cuidadosamente planejadas para maximizar seus resultados.

  • OpenStack

    OpenStack é uma plataforma de computação em nuvem Open Source, que é utilizada para criar nuvens públicas e privadas e sobre todos os seus componentes, pois já está na hora de avançar nesse assunto.

    OpenStack é um software Open Source que você pode instalar em vários servidores e serve para agregar uma camada de orquestração (uma camada de gerenciamento através de interface web, API ou CLI).

    Cada um desses servidores será responsável por um ou mais serviços do OpenStack, já que o mesmo é totalmente modular. Por exemplo:

    Você pode fazer uma arquitetura com um controller, um network node e 1 ou mais compute nodes, nesse caso cada um desses servidores ficaria responsável por um ou mais serviços.

    CONTROLLER

    Serviço de mensageria: (ex: RabbitMq) que é responsável por administrar as filas de mensagens trocadas entre todos os serviços do OpenStack.

    Banco de dados: (ex: MariaDB) onde estarão todas as bases de dados dos serviços do OpenStack (serviço de rede, imagens, computação, armazenamento de objetos, armazenamento de blocos, etc). Para cada um dos serviços que serão utilizados na sua nuvem precisará existir uma base de dados no serviço de DB do controller.

    Você também pode instalar no controller alguns serviços que não requerem um node dedicado, como glance (serviço de imagens), Cinder (block storage), Ceilometer (telemetria), Heat (orquestração), etc. Mas você também pode instalar esses serviços em nodes dedicados, pois o OpenStack é como se fosse um quebra-cabeças, você instala os serviços e conecta um com o outro.

    NETWORK NODE

    Serviço de Rede: Neutron – Esse serviço pode ser instalado em um servidor separado (ou mais de um servidor configurados em HA), ele é responsável por fornecer os recursos de rede para a nuvem (interfaces, firewall, load balance, vpn, portas L2, etc).

    COMPUTE NODES

    Esses nodes são responsáveis por toda a parte de computação, ou seja, por hospedar as instâncias (máquinas virtuais). O serviço que gerencia as instâncias e interage com o hypervisor (que podem ser vários: KVM, XEN, VMWARE, HYPER-V, QEMU, etc…) é o Nova Compute.

    Esses nodes podem ser adicionados à nuvem conforme a necessidade de recursos, assim sua nuvem se torna verticalmente escalável.

     

     

  • Redes de Computadores

    Bento Informatica  ao longo da sua existência adquiriu e se especializou em Implementação e Suporte a redes de computadores. Analisamos o projeto, necessidade e o orçamento do cliente, para assim implementarmos a melhor solução, seja em plataforma Windows, Linux, Unix ou MacOS.

    Uma infraestrutura de redes e servidores deve ser analisada junto ao setor de negócios da empresa, para que seja previsto e dimensionado o crescimento da empresa, com isso evitando custos adicionais no futuro. É muito importante ter este alinhamento do negócio principal com o setor de T.I.

    A parte de suporte a redes geralmente passa despercebida para o usuário comum, porém ela é a base de tudo. A empresa pode ter um sistema muito poderoso, entretanto, se este sistema não tiver hospedado e gerenciado em uma infraestrutura estável, provavelmente ocorrerão problemas, seja com performance ou perda de dados, o que em ambos os casos, acarretará prejuízos financeiros.

Serviço

A tecnologia em suas mãos


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